Siga as deixas dele até o palco e entre em cena. Cinco salas. Um sumiço. Um holofote — o seu.
Siga as deixas dele até o palco e entre em cena. Cinco salas. Um sumiço. Um holofote — o seu.
Siga as deixas dele até o palco e entre em cena. Cinco salas. Um sumiço. Um holofote — o seu.
Siga as deixas dele até o palco e entre em cena. Cinco salas. Um sumiço. Um holofote — o seu.
O Grande Levanti fez a última reverência dele. Depois de uma vida inteira lapidando o maior sumiço já montado num palco, se aposentou calado e deixou o teatro — e o nome — para você, o artista novo que ele escolheu para levar isso adiante. Hoje a plateia lota para ver o Grande Levanti, e hoje o Grande Levanti é você. Em poucos minutos você entra sob o holofote e faz o sumiço que era a marca dele.
Ele nunca deixou instrução em parede — mágico nenhum deixa. Ele deixou um rastro de deixas, do mesmo jeito que montava cada número. Cada sala, do camarim dele até o palco, ensina ou entrega uma peça do sumiço: a deixa para começar, os adereços, a cabine, a cortina de gaze e as luzes. Siga esse rastro do escuro dos bastidores até a luz lá em cima e monte o número você mesmo.
Leia o que ele deixou arrumado do jeito que ele quis — a leitura óbvia quase sempre é o engano. Sem jargão, sem segredo de fora; tudo o que você precisa está na sala. Acerte as deixas dele e o sumiço é seu.
A ÚLTIMA REVERÊNCIA DELE · HOJE, QUEM ENTRA É VOCÊ
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